Noitada

Sair de noite própriamente, de noitada em Lisboa, para tomar um copo ou cem ao vôo, apresenta tantas atrações como em qualquer capital europeia. E mais uma vez, nossa recomendação é que, dependendo dos gostos e preocupações de cada um, o humor ou a oportunidade do momento, interagir com a população nativa, ou seja, você quer saber, deixe-se guiar pelos lisboetas!, porque perguntando não só é que se chega a Roma, mas também ao coração da questão.

Lisboa oferta bares e esplanadas tranquilas e com encanto, com música ambiente meticulosa e requintada, mas também as mais fanáticas discotecas de moda, as favelas e as alternativas mais canalhas e piratas do momento. Para todas as idades, pronto. É uma capital, depois de tudo. E em cima com porto…

Mas o que é conhecido como “vida noturna” geralmente começa depois do jantar e uma vez feita a transição do café para o licor, vinho ou cerveja. Provavelmente isso implica, se não estamos já, ir para o Bairro Alto, ponto obrigado para começar a noite, cujo engarrafamento acontece na hora em que as Cinderelas perder seus sapatos. Este distrito tem uma atmosfera e uma maneira de se divertir muito sua, com reminiscências dos bares dos bairros antigos das cidades espanholas. As ruas estão cheias de pequenos locais, muitos dos quais dificilmente pode se entrar por falta de espaço. A solução é típica do bairro: sair com a bebida à rua e montar o meeting sob a lua. Isso dura até às quatro horas da manhã em que os bares começam fechar ou já tem fechado e você tem que decidir se quer terminar a noite, ou continuar em qualquer uma das discotecas e clubes da cidade.

No Bairro Alto não é mais recomendável um que outro local: a melhor coisa para fazer é entrar e dar uma olhada. No entanto, para aqueles que necessitam de indocaçoes específicas, e porque não é Bairro Alto tudo o que reluz (há também cantos de interesse em Alfama, Baixa, ou 24 de Julho, também bons  trampolins para saltar à noite), esta é uma mera exposição perfeitamente “oficial”, mas também dispensável, de locáis e ruas, tanto de Bairro Alto como outros afins:

B’ARTIS. Rua do Diario de Noticias, 95-97, Bairro Alto.
Um bar acolhedor para as pessoas criativas que gostam de jazz. Mobiliário clásico em madeira e pôsters de filmes antigos dão uma atmosfera de época, e sua gama de petiscos e vinho é bom.

BEDROOM. Rua do Norte, 86, Bairro Alto.
Um dos lugares mais elegantes de Lisboa, este DJ / Lounge bar está decorado com estilos diferentes de camas, sofás, desenhos de papel de parede, e equipado com uma iluminação fraca, muito envolvente. A música é mais electro e hip hop, dependendo da noite.

BICAENSE. Rua da Bica Duarte Belo, 38-42, Bairro Alto.

Este bar calmo na rua íngreme que vai do elevador da Bica é um dos favoritos dos jovens lisboetas mais cool. Relógios e projetores de filmes dominam a decoração do salão principal, enquanto o lateral é balões grandes e luzes multicoloridas, muito chocante de tudo. Uma aposta engraçada e despretensiosa, onde artistas e fauna local de festa se reúne para apreciar os sons da casa, de mãos dadas com o DJ regular.

BRITISH BAR, Rua Bernardino Costa, 52, Cais do Sodré / Baixa.
O bar Anglo-Português ou pub, perto da estação de comboios do Cais do Sodré, parece ter estagnado em 1930 e, literalmente, voltar no tempo com o seu famoso relógio no sentido anti-horário, ou seja, agulhas correndo na direção oposta. Foi “honrado” pelo cineasta Alain Tunner no fime “Na cidade branca”. Há uma boa Guinness na torneira para satisfazer aos saudosos britânico.

CAFEDIÁRIO, Rua do Diário de Noticias, 3, Bairro Alto.
Um meeting point popular e concurrido, onde a bebida de boas-vindas é geralmente a caipirinha. A barra de cores é pequena, então a maioria da ação ocorre no exterior, onde uma multidão de tendências díspares coexiste antes de ir para os clubes.

CINCO LOUNGE, Rua Ruben A. Leitão, 17-A Principe Real.

Um dos lugares mais cool da cidade, com um ambiente descontraído mas sofisticado. É gerido por uma equipa experiente que já trabalhou em restaurantes com estrelas Michelin e hotéis Relais & Chateaux, razao pela qual a decoração e o serviço sao excelentes. Serve cocktails surpreendentes de grande originalidade, usando frutas e aperitivos deliciosos, e tem bom sushi. Este não é o clube mais barato na cidade exatamente, mas é altamente recomendado.

CLUB CARIB, Rua da Atalaia, 78 Bairro Alto.

Os sons são diferentes a cada noite, mas sempre de viagem do Caribe a América (Cuba, Brasil, Argentina ,…) ou da África. DJs e convidados especiais são outras atrações que fazem duma visita a este bar uma experiência diferente. Não há muitos outros lugares que em Lisboa oferecem este tipo de sons; assim, se você é fã desses ritmos otimista e multi-étnicos, este é o seu lugar de referência no Bairro Alto.

CLUBE DA ESQUINA, Rua da Barroca, 30-32, Bairro Alto.
Ao contrário de outros bares no Bairro Alto, que só abrem à noite, o Clube da Esquina abre no meio da tarde. Com mais metros quadrados do que o típico bar no Bairro Alto, é um lugar acolhedor, que atrai um público mais novo. No entanto, o interior de madeira pode se tornar muito ocupado nos fins de semana, quando a maioria tende a sair à rua.

ESTADO LÍQUIDO, Largo de Santos, 5. Zona Avenida 24 de Julho.
Este é um dos disco-bares de Lisboa, desde o design de interiores até o ambiente gerenciado em geral. No último andar é um restaurante de sushi aberto até muito tarde.

A GINGINHA, Largo de São Domingos, 8, Baixa.
É um ritual de lisboetas e estrangeiros uma paragem no caminho para o Bairro Alto neste canto da África no coração de Lisboa, nesta pequena barra de mergulho de toda a vida. Nomeado após o brandy local de cereja, uma bebida de teste obrigatório se gosta dos licores fortes.

HOT CLUBE, Praça da Alegria, 39, Baixa.

O mais antigo clube de jazz em Lisboa, que tem uma reputação de altos padrões de jazz clássico e um ambiente autêntico, com uma sala cheia de fumo com um tecto baixo e cartazes memoráveis a adornar as paredes.
HOUSE OF VODKA Rua da Escola Politécnica, 27, Príncipe Real.
Decoração futurista, diferentes tipos de música, e, fiel ao seu nome, até 300 tipos diferentes de vodka.

MAJONG, Rua da Atalaia 3, Bairro Alto.
A decoração (geralmente mínima) muda regularmente, mas o que resta é uma clientela fiel que esteve aqui há anos e se tornar um dos bares mais populares na vizinhança. Sente-se pelas grandes janelas observando as pessoas passando e a ouvir música e sons eletrônicos habituais.

MARIA CAXUXA, Rua da Barroca 6-12, Bairro Alto.
Quém teria pensado que uma antiga padaria se tornou um dos mais modernos bares no Bairro Alto?! Alguns dos móveis e equipamentos (incluindo um fogão de madeira na parede) ainda estão da padaria original. Tem um ambiente acolhedor e um espaço interior maior do que o normal no Bairro Alto, mas é claro, a maioria ainda prefere seguir a tradição de ficar fora. Durante a semana, a escolha é para o chill out, enquanto os fins de semana são para o house.

NAPRON, Rua da Barroca, 111, Bairro Alto.
Um relaxante bar, cuja decoraçao é made in a jovem artista Portuguesa Joana Vasconcelos, com tecidos de malha que cobrem os bancos e paredes. A bebida “da casa”, vinho espumante Portugués, é servido em um copo ou um cocktail para acompanhar um prato de petiscos regionais Portuguêses, com pão, queijo e azeitonas.

NECTAR Wine Bar, Rua dos Douradores 33, Baixa.
Esta barra de vinhos tranquilo tem uma moderna e acolhedora decoração e uma vasta selecção de vinhos de todo o Portugal e resto do mundo. Todos os vinhos da lista podem ser servidos como um copo e há uma abundância de lanches e refeições leves para acompanhar.

CAFE NETJAZZ, Costa do Castelo 1-7, Alfama.
Localizado no subsolo do Chapitô, o bar oferece jazz, world music, reggae e sons mais, junto com entretenimento ao vivo no final da semana. Há também acesso à Internet numa sala separada.

O’GILIN Pub irlandês, Rua dos Remolares, 8, Baixa.
Este é o mais antigo pub irlandês da cidade, com uma atmosfera muito cordial. Tem sido importadas cervejas, e bandas tradicionais irlandeses costumam agir a partir de quinta-feira a sábado.

Pavilhão CHINÊS, Rua Dom Pedro V, 89, Príncipe Real.
Algo completamente diferente. Esta antiga casa de chá do século XIX é um bar com uma decoração única, eclética, barroca e art-deco, e sofás confortáveis. Os quartos são cercados por armários de vidro cheio de artefatos curiosos e estranhos ao redor do mundo, pinturas originais e cópias. Existe uma vasta selecção de chás e outras bebidas, como cerveja, coquetéis e vinhos. Também tem um bom menu de petiscos, que, juntamente com uma sala de bilhar e salas para todos os gostos, atrai pessoas de todas as idades e nacionalidades.

PORTAS LARGAS, Rua da Atalaia, 105, Bairro Alto.
Molduras de largas portas (“portas largas”) abertas em um bar popular na antiga, com um balcão de mármore, uma caixa registradora antiga, e pintado em azul índigo e branco, criando um aspecto rústico e aberto à vida da rua. É tradicionalmente conhecido como uma escala para gays direção Fragil, ao outro lado da rua, mas que atrai uma mistura de bebedores ocasionais e turistas. Habitual ponto de encontro. Apesar do interior espaçoso, muitos optam por ficar perto da porta, para apreciar o espetáculo de ver e ser visto.

SANTIAGO ALQUIMISTA Rua de Santiago 19, Alfama.
Música ao vivo e programas culturais (tertúlias literárias, peças teatrais, exposições) são a atração principal deste café-bar, de atmosfera cool.

SIDE, Rua da Barroca 33, Bairro Alto.
Side é referência no Bairro Alto, por ser o único bar aberto durante o dia. Seu menu de almoço ligeiro composto por saladas e quiches caseiros atrai habituáis das dietas saudáveis, enquanto que à noite uma seleção de deliciosos sumos de frutas frescas e cocktails de bebidas alcoólicas são típicos. O espaço é fresco e pequeno, por isso não é fácil de obter um assento em suas fezes. Aqueles que nem sempre é possível obtê-los ficam no exterior, misturando-se com os clientes do Clube da Esquina, que fica em frente.

SNOB, Rua do Século, 178, Bairro Alto.
Snob abre cedo e fecha mais tarde do que a maioria dos bares no Bairro Alto. É também um dos poucos estabelecimentos que oferecem um menu da noite. Este é um bar de luxo, muito popular entre os profissionais dos “media”.

SOLAR DO VINHO DO PORTO, Rua de São Pedro de Alcântara, 45.
O Instituto do Vinho do Porto, localizado em um palácio do século XVIII, atrai visitantes com mais de 300 variedades do Porto. A partir de 1 euro, e é servido em mesas baixas.

SPEAKEASY, Cais das Representações, 115 Armazem
Este bar de música oferece jazz, funk e blues. Às vezes, também organiza eventos com artistas conhecidos Portuguêses.

ULTIMA SÉ, Travessa do Almargem, 1B Alfama
A proximidade deste bar dum lateral da catedral tem inspirado a decoração, composta por pinturas e estátuas clássicas. É também um sushi bar e a música varia de alternativa ao hip hop, reggae e house.

ZDB GALERIA. Zé dos Bois, Rua da Barroca 59, Bairro Alto.
O nome já diz: é uma galeria, mas mais que isso. Este é um espaço alternativo de arte contemporânea e aberto à noite com um programa diversificado que muitas vezes inclui concertos de música alternativa.

PARA DEPOIS das 04:00 horas.

Lisboa ganhou uma merecida reputação como uma das melhores capitais europeias de clubes (locisl) a noite, para todos os tipos de música e ambientes. Os principais estão concentrados junto ao rio, na Avenida 24 de Julho, entre a Baixa e Belém, e as docas (docas), tanto as que estão localizadas perto da ponte 25 de abril (Alcântara e Santo Amaro) como do lado oposto, estação de Santa Apolónia. Eles geralmente começam a noite em torno de duas da manhã, e enquanto a entrada é gratuita durante a semana nos fins de semana costumam cobrar uma entrada entre 10 e 20 euros. A admissão de qualquer desses lugares é reservado, alguns com uma campainha na porta, como no caso de Frágil e Inédito.

Ésta que nós oferecemos é uma lista dos principais locáis para quem deseja chegar ao amanhecer, mas não é exclusiva ou inclusiva:

BBC, Avenida Brasília, Pavilhão Poente.
Um restaurante-bar-clube (muito atraente combinação, mas um bocado pretensioso), com um elevado nível de sofisticação. Um lugar elegante, onde “pinchan” DJ´s locais e onde festas temáticas são realizadas.
BUDDHA, Gare Marítima de Alcântara, 30. Doca de Alcântara
Este clube, localizado num terminal marítimo dos anos 40, Tem um mobiliario de madeira exótica que lhe confere uma atmosfera oriental. Grandes e pequenos Budas imitar um santuário budista; mesas, sofás de couro e sacos de feijão compõem o restante da decoração. Embora tenha o mesmo nome do famoso bar de Paris, aquí a música é deep house, com sons chill out reservados para a salao. Celebram-se com frecuência noites temáticas, e vale a pena uma visita ao terminar sua noite.

DOCKS, Rua da Cintura do Porto de Lisboa, 226.
Este lugar está cheio de sons diferentes, do pop ao trance. Tem uma decoração kitsch colonial, com confortáveis sofás e cadeiras, que lhe permitem relaxar e tomar uma bebida antes de entrar na pista de dança. Serve se nas mesas.
ESTADO LÍQUIDO, Largo de Santos, 5
Um lugar elegante com um ambiente descontraído, onde escutar chill-out e deep house. Ele se especializou em “morangoska”, um coquetel de vodka e morango.

FRÁGIL, Rua da Atalaia, 128, Bairro Alto
Frágil é realmente um bar com uma pequena pista de dança. É uma referência na vida noturna de Lisboa e foi um dos primeiros clubes da cidade quando foi inaugurado em 1983. Sua popularidade diminuiu, mas ainda consegue encher o fim de semana com uma audiência grande parte gay, mas não exclusiva. Um lugar animado, com os DJs residentes, cuja noite não começa até cerca de duas horas. Você tem que tocar a campainha para a admissão.

INCÓGNITO, Dois Polais Rua de São Bento, 37, Bairro Alto
Apropriadamente denominado, o clube de dois níveis não tem nome na porta, e deve soar uma campainha para entrar. É um dos mais antigos clubes de Lisboa, e sua música mudou pouco desde a sua abertura: a música dos anos 80, indie, alt-pop e techno. É um lugar agradável e uma escolha popular para uma ampla gama de pessoas à procura de sons alternativos. O andar de cima é um loft bar, enquanto o subsolo é uma pista de dança barulhenta.

KAPITAL, Avenida 24 de Julho, 68
Este clube é conhecido por oferecer uma alternativa para a elite da cidade desde sua inauguração no início dos anos 90. Cada um dos três pisos, design elegante, tem um estilo de música diferente e tem suas próprias características, com o piso superior como sala VIP que atrai empresários, políticos, yuppies, e aspirantes.

KREMLIN, Rua das Escadinhas da Praia, 5 (atrás da Avenida 24 de Julho)
O superclub já foi classificado como o melhor clube da Europa para a house music, e ainda aparece em listas de revistas de DJ’s no top 10 clubes europeus. Hoje é conhecida por sua clientela variada, atraindo mais pessoas diferentes (yuppies, prostitutas, homossexuais, heterossexuais, onde todos os perfis são misturadas). A música tende a ser deep house, ea decoração tem um tema um pouco estranho oriental.

THE LOFT, Rua do Instituto Industrial, 6
Era conhecido como “People”, que por um tempo foi um dos clubes mais chiques de Lisboa. Hoje atrai bastante jovens. Existe um salão completo com sacos de feijão e mesas baixas onde é tentador sentar-se com uma bebida, mas a cabine do DJ fiação no centro da pista de dança também oferece uma alternativa mais descarada.

LUX, Avenida Infante Dom Henrique, Doca do Jardim do Mamonas Assassinas, Alfama
Parcialmente propiedade do ator John Malkovich, éste é o mais permanentemente discoteca da moda de Lisboa e um dos mais elegantes (especialmente no que diz respeito à decoração de interiores) em toda a Europa. Com um interior espaçoso, decorado com mobiliário funky e retro, os melhores DJs tocando no piso térreo, em uma pista de dança frenética, enquanto o piso superior tem uma atmosfera mais relaxada, com uma trilha sonora alternativa. A varanda que circunda o edificio tem vista para o rio, enquanto o terraço panorâmico é um ótimo lugar para assistir o nascer do sol no início da manhã. Como você poderia esperar, muito movimentada nos fins de semana, para a triagem dos porteiros é muito seletivo e há que fazer longas filas nos finais de semana. O clube de Lisboa por excelência.

MAXIME, Praça da Alegria, 58
Cabaret mítica de Lisboa, perfeita para quem ama a atmosfera, com mulheres seminuas em performances ao vivo e shows incluídos.
MUSICBOX, Rua Nova do Carvalho, 24
Situado no Cais do Sodré canalha, este é um ponto quente para DJs e bandas ao vivo. Com registros variados, também a casa oferece videoarte e projeções de filmes, tornando-se um destino muito atraente na noite cultural.

OP ART, Doca de Santo Amaro
Um edifício em forma de pequenos quadrados sob a ponte 25 de abril oferece café durante o dia, mas é clube de música à noite. Com uma localização soberba, você pode ir para uma refeição ligeira na esplanada junto ao rio antes do sol, ou assistir ao nascer do sol de manhã cedo com os sons da electrónica e chill out no fundo (fecha às seis AM nos fins de semana). É sem dúvida a melhor opção no cais da ponte

PARADISE GARAGE, Rua João Oliveira Miguéis, 38-48
Este antigo armazém é um local de música ao vivo durante a maior parte da semana, e talvez o melhor lugar em Lisboa para ouvir algumas bandas locais e estrangeiros. O fim de semana é normalmente a última parada para clube-hoppers, tocando música de fácil audição até bem de manhã.

PLATEAU, Escadinhas da Praia, 3 (pela Avenida 24 de Julho)
Mesmo ao lado do Kremlin (veja acima), este é um local muito mais descontraído, com música dos anos 80 e 90 – a escolha ideal para quem gosta de pop e sons comuns.
B. LEZA, Largo do Conde Barão, 50

Para aqueles que puxam o exótico é altamente recomendável esta discoteca Africana, situada num antigo palácio com um encantador pátio e salas do período, e músicas Africanas e da jamaicana, também ao vivo. Um espectáculo ver dançar  kisomba, por exemplo. Aberto de segunda a domingo 23-04 horas.

…Para todos os gostos.